Edigles Guedes
Usuário das horas arqueográficas…
Prossigo por ingentes pensamentos.
Há um túnel na estrada reprográfica
Dos sandeus – longobardos sentimentos.
Pulcro talhe de mulher desabrocha
Na linha do horizonte geodésico.
Quem vem lá? Já vem bela flor em concha
De vestido farfalhante – belisco
Nos olhos ariscos da tarde insossa!…
Pulcro talhe de mulher desengrossa
O hábito das estrelas tão cadentes
Quanto de fervores amanhecentes!…
Ó talhe de mulher sem escrúpulos!
Que me encanece, qual gato aéreo pulo…
7-8-2010.
Inspire-se. Surpreenda-se. Viva com leveza. Aproveite os sonetos. O romance. A desilusão. O amor. Leia e curta.
Aquário de Vida
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