Edigles Guedes
Meu pai, pego da pena para exaltar,
Hoje, a tua paciência para comigo!…
Eu (um obtuso imperfeito) que a peraltar
Nos teus braços, ombros e torso amigos
Vivi desde menino bem franzino,
Venho nesses versos, tal qual mendigo,
Pedir a tua bênção, meu papai alvino!…
Pois, eu sou pequenino do tamanho
Do alevino. E agradeço a mão que sigo
Por me guiar guarnecido, sem acanho,
De carinho enobrecido. Neste dia,
(Enaltecido por muitos) declaro,
Em salto de bom tom, nossa melodia,
Como pássaro na chuva serôdia.
7-8-2010.
Inspire-se. Surpreenda-se. Viva com leveza. Aproveite os sonetos. O romance. A desilusão. O amor. Leia e curta.
Aquário de Vida
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