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Maio



Está chuvoso…
Respingos mansos
De ouro brando
…
Boião da Lua

Navega céu
Nublado
… Maio
Que surge tarde
…
Na linha arde

Um férreo trem
…
O bom descanso
No banco, quando

A nau jejua
De mar ao léu
…
E corro, caio
…

Autor: Edigles Guedes.


Ranço



Sem toscanejar,
Desfez enjoar
Das horas pungentes,
Sem que o cuidado

Arrote o preço
Por falho descanso.
Merece a folga?
Parece formiga,

Que gosta, amiga,
Das fainas
vigentes,
Sem que o agrado

Lhe mime. Começo,
De pronto, o ranço,
Que tanto empolga.

Autor: Edigles Guedes.


Aquário de Vida

À mercê dos favônios, Bisviver jigajoga, Bajogar a conversa, Retisnar os neurônios… Lida que se renova. Quem me dera essa trela… Fá...