Edigles Guedes
Sem ti, tão desprezado Amor,
A chuva cai aos miúdos. Mor
Flor que o mundo já viu, porém
Desmentiu sua existência: atra
Dor, que dói em meu peito. Siso
Em loucura: dado riso,
Que sorte e azar, sócios, contêm
Seios alísios alcoólatras!…
Sem ti, tão dromedário Amor,
O sol poreja o mesmo suor,
Agora a pouco. Devaneio
De meu desafortunado
Coração há muito fadado
Ao teu laço, que me esperneio!…
5-4-2010.
Inspire-se. Surpreenda-se. Viva com leveza. Aproveite os sonetos. O romance. A desilusão. O amor. Leia e curta.
Aquário de Vida
À mercê dos favônios, Bisviver jigajoga, Bajogar a conversa, Retisnar os neurônios… Lida que se renova. Quem me dera essa trela… Fá...
-
Edigles Guedes Páginas de espáduas em que escrevo os meus versos Com beijos pálidos, em mui destrambelhados Beijos. A língua — esse ser ...
-
Dali a pouco, Tatu, de louco, Me fez barulho E diz bobagem. Pespega soco, Me faço mouco. Ouvido sério; Conversa, não. E sai emb...
-
Desperto, em plena Manhã, com planos De ler um livro Fugaz, que lavro De mui pequeno, Em dia quínio … Contém na caixa: Dilúvio, ...