Cilindro
que vive sua vida à borda
De cútis hilária. Sou precário com
torço.
Pugnaz precipício trague luzes, reflexos!
A boca
rasgada pague cruzes pesadas!
Combate renhido, bis de
justas espadas,
Que chagam os corpos lassos. Nós, os
perplexos,
Estamos rendidos. Luz que brilha, contorço.
Cristal
caberá, de tão fastoso. Discorda?
O copo que beija mão
da mesa, alento
Recebe: seguir avante, vence as fráguas.
A
força resiste; pé, que firme, triplica.
Um gelo navega
águas cheias de mágoas.
Licor, calejado, geme; trama
futrica.
Porém, que facejo: —
Tudo tento, sustento.
Autor: Edigles Guedes.